VADE MECUM

ÍNDICES DO VADE MECUM TRF!!!! (exposição do índice do nosso Vade Mecum e comparação com o índice do Vade Mecum da Juspodivm)

Olá, pessoal, tudo bem?

Muita gente (muita gente messsmo) pediu que divulgássemos a integralidade dos índices do Vade Mecum TRF, para poder comparar com o conteúdo de outros Vade Mecuns.

Neste post, portanto, vamos divulgar os tão solicitados índices do VADE MECUM TRF!!! (volumes I e II).

Expusemos, em post anterior, um caso concreto em que ter a legislação cobrada na prova foi a diferença entre ser aprovado ou reprovado.

Mas julgamos importante reforçar:

É absolutamente essencial que você leve para a prova toda a legislação passível de ser cobrada.

Isso pode ser decisivo para a sua aprovação.

Mas aí vem a questão: qual Vade Mecum – dentre as dezenas de Vade Mecuns existentes – vai suprir melhor essa minha necessidade?

Com certeza é o Vade Mecum TRF.

Para obter essa resposta, você terá de comparar o conteúdo deles. E, a fim de possibilitar essa comparação, estamos divulgando a integralidade dos índices do Vade Mecum TRF:

INDÍCE VADE MECUM TRF – BLOCOS I E II

INDÍCE VADE MECUM TRF – BLOCO III

Esse Vade Mecum destina-se àqueles candidatos que estão prestes a passar para a segunda fase do TRF3 e aos que já estão se preparando para o TRF2 (edital no forno)!

E aproveite!

Pois, até a divulgação do resultado do TRF3, os dois Vade Mecuns estarão em promoção, e você terá a oportunidade de adquiri-los por R$ 119,90, cada um!!

Isso mesmo: de R$ 149,90, por R$ 119,90.

 

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Outra coisa que muitas pessoas tem nos pedido é que façamos uma comparação do índice do Vade Mecum TRF com o índice do Vade Mecum da Juspodivm para a Magistratura Federal, lançado algumas semanas após o nosso.

Pois bem, cotejando os dois índices, verificamos que diversas normas (mais de 50!) constam APENAS do Vade Mecum TRF.

Veja abaixo a lista de normas que constam do Vade Mecum TRF e não constam do Vade Mecum da Juspodivm para a Magistratura Federal:

ADMINISTRATIVO

  • LEI Nº 8.004, DE 14 DE MARÇO DE 1990 (Dispõe sobre transferência de financiamento no âmbito do Sistema Financiamento da Habitação e dá outras providências)
  • LEI Nº 8.100, DE 5 DE DEZEMBRO DE 1990 (Dispõe sobre o reajuste das prestações pactuadas nos contratos de financiamento firmados no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação, vinculados ao Plano de Equivalência Salarial e dá outras providências.
  • LEI Nº 9.962, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2000 (Disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta, autárquica e fundacional, e dá outras providências)
  • LEI Nº 10.188, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2001 (Cria o Programa de Arrendamento Residencial, institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências.)
  • DECRETO Nº 5.450, DE 31 DE MAIO DE 2005 (Regulamenta o pregão, na forma eletrônica, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências)
  • LEI Nº 11.977, DE 7 DE JULHO DE 2009 (Dispõe sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida – PMCMV e a regularização fundiária de assentamentos localizados em áreas urbanas; altera o Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, as Leis nºs 4.380, de 21 de agosto de 1964, 6.015, de 31 de dezembro de 1973, 8.036, de 11 de maio de 1990, e 10.257, de 10 de julho de 2001, e a Medida Provisória nº 2.197-43, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências)
  • LEI Nº 12.232, DE 29 DE ABRIL DE 2010 (Dispõe sobre as normas gerais para licitação e contratação pela administração pública de serviços de publicidade prestados por intermédio de agências de propaganda e dá outras providências)

AMBIENTAL

  • DECRETO-LEI Nº 227, DE 28 DE FEVEREIRO DE 1967 (Dá nova redação ao Decreto-Lei nº 1.985 (Código de Minas) de 29 de janeiro de 1940.
  • LEI Nº 6.803, DE 2 DE JULHO DE 1980 (Dispõe sobre as diretrizes básicas para o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição, e dá outras providências)
  • RESOLUÇÃO CONAMA Nº 9, DE 3 DE DEZEMBRO DE 1987 (Dispõe sobre a realização de Audiências Públicas no processo de licenciamento ambiental)
  • LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989 (Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências).
  • DECRETO Nº 1.775, DE 8 DE JANEIRO DE 1996 (Dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências)
  • LEI Nº 9.433, DE 8 DE JANEIRO DE 1997 (Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, regulamenta o inciso XIX do art. 21 da Constituição Federal e altera o art. 1º da Lei nº 8.001, de 13 de março de 1990, que modificou a Lei nº 7.990, de 28 de dezembro de 1989)
  • LEI Nº 9.984, DE 17 DE JULHO DE 2000 (Dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Água – ANA, entidade federal de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de coordenação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, e dá outras providências)
  • LEI Nº 12.187, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2009 (Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC e dá outras providências)
  • LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010 (Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências)
  • RESOLUÇÃO CONAMA Nº 428, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2010 (Dispõe, no âmbito do licenciamento ambiental, sobre a autorização do órgão responsável pela administração da Unidade de Conservação (UC), de que trata o artigo 36, § 3o, da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, bem como sobre a ciência do órgão responsável pela administração da UC no caso de licenciamento ambiental de empreendimentos não sujeitos a EIA-RIMA e dá outras providências.
  • LEI Nº 13.123, DE 20 DE MAIO DE 2015 (Regulamenta o inciso II do § 1º e o § 4º do art. 225 da Constituição Federal, o Artigo 1, a alínea j do Artigo 8, a alínea c do Artigo 10, o Artigo 15 e os §§ 3º e 4º do Artigo 16 da Convenção sobre Diversidade Biológica, promulgada pelo Decreto nº 2.519, de 16 de março de 1998; dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético, sobre a proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado e sobre a repartição de benefícios para conservação e uso sustentável da biodiversidade; revoga a Medida Provisória nº 2.186-16, de 23 de agosto de 2001; e dá outras providências)
  • LEI Nº 13.575, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2017 (Cria a Agência Nacional de Mineração (ANM); extingue o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); altera as Leis nºs 11.046, de 27 de dezembro de 2004, e 10.826, de 22 de dezembro de 2003; e revoga a Lei nº 8.876, de 2 de maio de 1994, e dispositivos do Decreto-Lei nº 227, de 28 de fevereiro de 1967 (Código de Mineração)

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO

  • DECRETO Nº 21.713, DE 27 DE AGOSTO DE 1946 (Promulga a Convenção sobre Aviação Civil Internacional, concluída em Chicago, á 7 de Dezembro de 1944, e firmada pelo Brasil, em Washington, a 29 de Maio de 1945.
  • DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM (1948)
  • DECRETO Nº 350, DE 21 DE NOVEMBRO DE 1991 (Promulga o Tratado para a Constituição de um Mercado Comum entre a República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai (Tratado Mercosul)
  • DECRETO Nº 154, DE 26 DE JUNHO DE 1991 (Promulga a Convenção Contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas)
  • DECRETO Nº 1.530, DE 22 DE JUNHO DE 1995 (Declara a entrada em vigor da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, concluída em Montego Bay, Jamaica, em 10 de dezembro de 1982)
  • LEI Nº 9.474, DE 22 DE JULHO DE 1997 (Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências)
  • DECRETO Nº 5.687, DE 31 DE JANEIRO DE 2006 (Promulga a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, adotada pela Assembléia- Geral das Nações Unidas em 31 de outubro de 2003 e assinada pelo Brasil em 9 de dezembro de 2003)
  • DECRETO Nº 7.030, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2009 (Promulga a Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados, concluída em 23 de maio de 1969, com reserva aos Artigos 25 e 66)

DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

  • DECRETO Nº 2.067, DE 12 DE NOVEMBRO DE 1996 (Promulga o Protocolo de Cooperação e Assistência Jurisdicional em Matéria Civil, Comercial, Trabalhista e Administrativa)
  • DECRETO Nº 2.740, DE 20 DE AGOSTO DE 1998 (Promulga a Convenção Interamericana sobre Tráfico Internacional de Menores, assinada na Cidade do México em 18 de março de 1994)
  • DECRETO Nº 3.087, DE 21 DE JUNHO DE 1999 (Promulga a Convenção Relativa à Proteção das Crianças e à Cooperação em Matéria de Adoção Internacional, concluída na Haia, em 29 de maio de 1993)
  • DECRETO Nº 5.007, DE 8 DE MARÇO DE 2004 (Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostitução infantil e à pornografia infantil)
  • DECRETO Nº 9.150, DE 4 DE SETEMBRO DE 2017 (Autoridades centrais)

PENAL

  • LEI Nº 4.117, DE 27 DE AGOSTO DE 1962 (Institui o Código Brasileiro de Telecomunicações)
  • LEI Nº 4.947, DE 6 DE ABRIL DE 1966 (crime de invasão de terras da União, etc.)
  • LEI Nº 6.538, DE 22 DE JUNHO DE 1978 (esta Lei regula os direitos e obrigações concernentes ao serviço postal e ao serviço de telegrama em todo o território do País, incluídos as águas territoriais e o espaço aéreo, assim como nos lugares em que princípios e convenções internacionais lhes reconheçam extraterritorialidade. Obs.: vide Lei nº 11.668, de 2008)
  • LEI Nº 9.112, DE 10 DE OUTUBRO DE 1995 (Dispõe sobre a exportação de bens sensíveis e serviços diretamente vinculados)
  • LEI Nº 11.254, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2005 (Estabelece as sanções administrativas e penais em caso de realização de atividades proibidas pela Convenção Internacional sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Estocagem e Uso das Armas Químicas e sobre a Destruição das Armas Químicas existentes no mundo (CPAQ).
  • LEI Nº 12.984, DE 2 DE JUNHO DE 2014 (Define o crime de discriminação dos portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e doentes de aids

PROCESSO PENAL

  • TRF DA 3ª REGIÃO – RESOLUÇÃO CONJUNTA PRES/CORE Nº 2, DE 01 DE MARÇO DE 2016. (Dispõe sobre a implantação da Audiência de Custódia)

PREVIDENCIÁRIO

  • DECRETO Nº 6.214, DE 26 DE SETEMBRO DE 2007 (Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência e ao idoso de que trata a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, acresce parágrafo ao art. 162 do Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, e dá outras providências.
  • LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 (Dispõe sobre o estágio de estudantes; etc.)
  • LEI Nº 13.301, DE 27 DE JUNHO DE 2016 (Prevê, no art. 18, benefício de prestação continuada temporário, a que se refere o art. 20 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, pelo prazo máximo de três anos, na condição de pessoa com deficiência, a criança vítima de microcefalia em decorrência de sequelas neurológicas decorrentes de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti)

ECONÔMICO

  • LEI Nº 9.019, DE 30 DE MARÇO DE 1995 (Dispõe sobre a aplicação dos direitos previstos no Acordo Antidumping e no Acordo de Subsídios e Direitos Compensatórios, e dá outras providências)

CONSUMIDOR

  • LEI Nº 12.414, DE 9 DE JUNHO DE 2011 (Disciplina a formação e consulta a bancos de dados com informações de adimplemento, de pessoas naturais ou de pessoas jurídicas, para formação de histórico de crédito)
  • LEI Nº 12.741, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2012 (Dispõe sobre as medidas de esclarecimento ao consumidor, de que trata o § 5º do artigo 150 da Constituição Federal; altera o inciso III do art. 6º e o inciso IV do art. 106 da Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 – Código de Defesa do Consumidor)

PROCESSO CIVIL

  • LEI Nº 12.153, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009 (Dispõe sobre os Juizados Especiais da Fazenda Pública no âmbito dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios)

DIREITO CIVIL – DIREITOS DOS DEFICIENTES (Obs.: índice específico com todas as leis: apenas no Vade Mecum TRF)

  • LEI Nº 8.160, DE 8 DE JANEIRO DE 1991 (Dispõe sobre a caracterização de símbolo que permita a identificação de pessoas portadoras de deficiência auditiva)
  • DECRETO Nº 3.298, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1999 (Regulamenta a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências)

TRIBUTÁRIO

  • LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; etc.)
  • LEI Nº 13.259, DE 16 DE MARÇO DE 2016 (Altera as Leis nºs 8.981, de 20 de janeiro de 1995, para dispor acerca da incidência de imposto sobre a renda na hipótese de ganho de capital em decorrência da alienação de bens e direitos de qualquer natureza, e 12.973, de 13 de maio de 2014, para possibilitar opção de tributação de empresas coligadas no exterior na forma de empresas controladas; e regulamenta o inciso XI do art. 156 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 – Código Tributário Nacional)

EMPRESARIAL

  • DECRETO Nº 7.962, DE 15 DE MARÇO DE 2013 ( Regulamenta a Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico.)

 

E aí, vai correr o risco de chegar na hora da prova e não ter a legislação cobrada na questão?

Lembre-se: o seu primeiro salário como magistrado federal superará em mais de 100 vezes o valor do Vade Mecum TRF (dois volumes, por R$ 119,90 cada).

Aproveite!

Adquira já, clicando no Vade Mecum TRF:

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Bons estudos, forte abraço.

 

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TRF3

E aí, você deseja passar ou ficar só no quase?

Caros amigos leitores,

vou apresentar adiante uma ferramenta que vai dar recursos para que você chegue mais próximo da aprovação.

Todos nós sabemos dos altos e baixos da vida de quem almeja passar nos concursos mais concorridos.

A sensação de não ter estudado o suficiente (muito embora tenha dedicado cada minuto livre, nos últimos meses, para o estudo), o menor tempo de convívio com aqueles que amamos, e a inevitável sensação de derrota quando “batemos na trave”, mas não passamos.
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Em alguns casos, a cobrança familiar agrava ainda mais esse estado; como quando vem aquela tia, na melhor das intenções, e te pergunta:

“Você tá fazendo alguma coisa já, ou tá só estudando ainda?”

Putz! Que raiva!

Mas, no caso da minha tia, não havia qualquer má intenção por trás da pergunta: ocorre que quem nunca estudou para um concurso top simplesmente não entende o nível de dedicação, esforço e tenacidade necessários para o nosso sucesso.

Mas a gente entende.

E, por isso, a gente sabe que cada detalhe importa.

Que a mínima coisa que pudermos fazer para aumentar nossas chances, é um passo rumo à aprovação.

Pois bem! Revelarei adiante um material que vai aumentar substancialmente a chance de aprovação.

O germe dessa ideia me veio à mente no início do ano de 2015, quando um amigo me narrou o que tinha acontecido com ele na prova dissertativa do concurso da DPU.

Ele tinha ido muito bem na prova objetiva, aplicada no primeiro dia de prova (um sábado), e estava muito otimista em relação ao seu desempenho.

No segundo dia de provas (um domingo), foi aplicada a prova dissertativa, em que era permitida a consulta à legislação.

Havia umas questões de direito previdenciário, outras de direito tributário, e uma questão bem específica sobre os aspectos civis do Sequestro Internacional de crianças.

Ele levou para a prova um Vade Mecum tradicional, de uma grande editora, e outros Vade Mecuns especializados por área, inclusive um só sobre Direito Internacional.

Para sua surpresa, contudo, NENHUM DELES continha a Convenção Internacional que tratava dos aspectos civis do sequestro internacional de crianças… NENHUM!

E aconteceu o pior: ele fez uma pontuação pífia nessa questão…… e reprovou. “Bateu na trave” mais uma vez.

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O mais interessante vem agora: estava tudinhooo na Convenção de Haia sobre os aspectos civis do Sequestro Internacional de crianças!

Isso mesmo: um candidato que nunca tivesse estudado a matéria, mas tivesse a legislação em mãos, teria feito a pontuação máxima da questão.

A partir desse relato que percebi a importância de reunir e levar para a prova toda a legislação passível de ser cobrada. Afinal, foi a diferença entre a aprovação e a reprovação.

Diante disso, passamos meses reunindo toda a legislação que estivesse relacionada com a matéria contida nos editais dos concursos para Magistratura Federal.

Mais…

percebi que os Vade Mecuns tradicionais tinham uma letrinha muito pequena e deixavam um espacinho muito reduzido para anotações.

Adaptamos então o material a fim de melhorar esses aspectos:
– utilizamos um tamanho de folha maior (A4);
– deixamos maiores espaços em cada página para colar post-it e fazer anotações;
– e fizemos uma diagramação para deixar a leitura muito confortável.

Ficou excelente!

E agora estamos disponibilizando para VOCÊ esse material:

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E agora você está se perguntando: E quanto custa esse material?

Apenas R$ 149,90, cada.

Se você considerar que as obras somadas têm 1.384 páginas, o custo de impressão e encadernação, na sua casa, com a nossa formatação, ficaria muito próximo desse preço.

Se, contudo, você fosse imprimir diretamente dos sites de onde foram retiradas as leis (Planalto, Câmara dos Deputados, D.O.U., etc), o custo de impressão e encadernação seria substancialmente maior.

Além de que, neste último caso, você não contaria com o conforto da leitura na diagramação correta, e ainda teria de buscar individualmente cada texto normativo para impressão… uma tarefa árdua.

E tem mais um “pequeno detalhe“: provavelmente você não poderia utilizar a sua impressão caseira na prova, pela falta de ISBN e ficha catalográfica.

“Pô, tô achando barato”.

Sim. Pense mais…

Hoje, um juiz federal do TRF3 recebe remuneração bruta superior a R$ 30.000 reais por mês, incluídas parcelas indenizatórias.

Então, assim que conquistar sua aprovação, o seu primeiro mês de salário superará em mais de 100 x (CEM VEZES) o valor investido na aquisição dessas obras, que vão te deixar muito mais perto da aprovação.

“Pôxa, quero comprar”

Então adquira já os seus exemplares clicando AQUI e AQUI.

Segue um tira-gosto de cada um dos exemplares:

tira-gosto livro i

tira-gosto livro ii

Abraços e até a aprovação!

LEI SECA, TRF3

VADE MECUM TRF: dúvidas frequentes

Olá, meus caros amigos, como estão?

Como todos já sabem, divulgamos uma iniciativa inovadora no mundo dos concursos:

São dois Vade Mecuns elaborados e pensados – nos mínimos detalhes – exclusivamente para o concurso de Juiz Federal da 3ª Região.

Temos recebido muitas (MUUUUITAS!) mensagens com dúvidas acerca dos livros, de modo que não está sendo possível responder a todos individualmente.

Entendemos que é natural o surgimento de algumas dúvidas antes de adquirir o material e pretendemos, com este post, esclarecer todas as dúvidas que possam surgir, está certo?

Vamos lá!

1. Por que dois livros/volumes?

Se, por um lado, um livro de 1500 páginas serve para ser consultado no dia da prova, por outro lado, ele torna dificultosa a utilização para o estudo diário. Como o propósito do Vade Mecum TRF (#vadecumdossonhos) é servir tanto para consulta na segunda fase, quanto para o estudo diário, foi mais adequada a divisão em dois volumes.

Acreditamos na suma importância de que se utilize o mesmo material no estudo diário e no dia da prova, pois, por questões mnemônicas, a localização das informações torna-se muito mais ágil.

2. Qual o tamanho dos livros?

Os livros estão no formato A4.

3. Quantas páginas tem cada um?

691 páginas (VM TRF Blocos I e II) e 693 páginas (VM TRF Bloco III).

4. Onde comprar?

Pelo site da Editora Clube de Autores.

Clique AQUI e compre agora mesmo.

(ou ainda, entre no link: https://bit.ly/2rDLKlj).

5. Tem todas as leis? Tem a lei “X”?

A legislação complementar relevante e específica para a Magistratura Federal foi criteriosamente selecionada. Não foram incluídos a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e a maioria dos Códigos, pois já constam de qualquer Vade Mecum comum.

Optamos porém por incluir apenas os seguintes códigos: CDC, Código de Brasileiro de Telecomunicações, Código Florestal e Código de Mineração.

Caso deseje saber se tem alguma lei de seu interesse, basta entrar em contato, deixando um comentário neste post, por e-mail (revisaotrf@gmail.com) ou pelo Instagram (@revisaotrf)

6. Qual a editora?

Editora Clube de Autores.

7. Posso levar para a prova da 2ª fase de Juiz Federal?

Com certeza!

A obra atende a todos os requisitos do edital para que seja utilizada na segunda fase do concurso.

A legislação está desacompanhada de anotação ou comentário, dela constando apenas remissões pontuais a artigos, leis, súmulas e afins.

Ademais, a obra possui ISBN e ficha catalográfica.

8. Por que não tem versão em pdf ou em e-book?

Porque a ideia é que você leve o Vade Mecum TRF para sua prova da 2ª fase do Concurso.

Julgamos muito importante levar para a prova o mesmo material que se utiliza cotidianamente nos estudos, porque a memória fotográfica, oriunda da familiaridade com o material, permite localizar muito mais rapidamente as informações desejadas.
Assim, apesar de ser muito prática a leitura por PDF ou E-books, ler exclusivamente por estes formatos pode ser arriscado.

9. Posso ver algumas páginas?

Claro! No próximo post, disponibilizaremos um tira-gosto para que vocês visualizem algumas páginas das obras.

10. Está atualizado até quando?

Até 26/04/2018.

11. Por que comprar o Vade Mecum TRF, e não um comum?

São leituras complementares; na verdade, você deve levar os dois no dia da prova. O Vade Mecum TRF preocupou-se justamente com a legislação não constante dos Vade Mecuns comuns que estão abrangidas pelo Edital.

Além disso, a formatação da obra é diferenciada, destacam-se:

  • espaço em TODAS as páginas para colar post-it e fazer remissões;
  • folhas não são transparentes;
  • fonte é maior que a dos Vade Mecuns tradicionais
  • obra ESPECÍFICA para a prova de Juiz Federal do TRF3 (2018);
  • incluíram-se leis que não existem em nenhum outro Vade Mecum do mercado.

12. Como é o índice? Há índice remissivo?

A organização dos índices deu-se da seguinte forma: nas primeiras páginas da obra, consta o índice geral das disciplinas e o índice cronológico geral, dividido por disciplina. Subsequentemente, no início de cada disciplina, consta o respectivo índice cronológico. Por fim, nas páginas finais da obra, foram incluídos dois índices remissivos: um índice remissivo de leis interdisciplinares selecionadas e um índice alfabético-remissivo separado por matéria.

13. Qual o valor do frete?

O valor do frete dependerá do local indicado para recebimento dos livros.

Dica: aos que moram em São Paulo ou estiverem de passagem pela cidade, há a facilidade de retirar os livros na gráfica (sem pagar frete): AlphaGraphics Bela Vista (Rui Barbosa, 468 – São Paulo, SP); para tanto, basta escolher esta opção na hora da compra.

14. Posso receber por Sedex?

Claro! Para solicitar urgência e para entregas por SEDEX (normal ou Sedex-10), só enviar e-mail para a Editora Clube de Autores após a compra (atendimento@clubedeautores.com.br). Eles te darão todas as instruções necessárias por e-mail.

15. Quais as formas de pagamento?

Boleto ou cartão de crédito.

16. Posso pagar parcelado?

Sim; após efetuar a compra, na tela de pagamento, aparecem as opções de parcelamento no cartão de crédito.


 

E aí, pessoal? Ficou mais alguma dúvida?

Deixem nos comentários!

Abraços e até mais.